Diário de Ouro Preto

Ano III – Verbos no gerúndio, hipérboles, onomatopéias, acentos circunflexos e citações estapafúrdias: o genuíno e escalafobético Português de Pindorama. Eita nóis!

Enquanto isso, na Cordilheira, El Condor passa sobre nós…

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“Leve, muito leve pluma muito leve, leve pousa/ (…) você diz, você diz suave coisa, suave coisa nenhuma/ suave coisa nenhuma (…)”; outro dia aqui, descobri duas coisas:  

(1) Vivi o melhor dos tempos que poderia: ainda guardo o vinil dos S&M, uma das melhores capas de LP jamais produzidas em Pindorama, verdadeira obra de arte. Coisa para humilhar estes insossos CDs, DVDs, et cetera e tal de hoje. Eu era feliz e não sabia. Ei-la aqui >>>> 

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(2) Enquanto a mulher-melancia abunda [no sentido sexual e proctológico da coisa] e os BBBs estão treslouquecidos pela efemeridade, defenestramos o resto da decência e da inteligência [caso houvesse antes e ainda mesmo um pouco] que nossotros olvidamos nossa resistência pacífica, polissílaba e nacional; resumindo: quem achava-se irremediavelmente esquecido aparece de repente nos momentos do exatamente nada: no caso, o Gerson Conrad <aqui> e <aqui> resgatado pelo Elefante Bu. Demais. 

Rosa de Hiroshima e o Guarda Belo, o herói assim-assado. Chique demais. Ou não. 

Me dêem licença please, que vou ver meu E-Bu por detrás [no sentido não literal e assexuado da coisa, do # 31 para o #1, rapá!].

Fui…

Update: Que viva Zapata!  Nossotros também queremos pelejar, Mr. G.W. Bush. Nuestro buraco és mas abaixo, en la linea del Equador!

Written by luizao

Março 7, 2008 às 10:37 pm

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