Não é para colorir
Meio caminho do frio da caverna ao silencioso hiper-espaço… Talvez derrubando meu muro de Berlin…
Boas notícias: Speddy Racer go, go. Qualquer dia National Ki-iii-dô.
Sessão bumerangue: Johnny Quest, faz favor! Sim-salabim.
Eu e meus Incas Venusianos…
Estes hiatos meta-linguísticos tem reverberações macroeconômicas e oscilações astrológicas, além – claro – das urgências profissionais e intra-uterinas. Sou de fases. Melhor: minha vida ultimamente é geoprocessada pela Folhinha de Mariana.
Sobre a tal “Folhinha”: quem não é da gema há de dificuldade ter.
Schincariol, Eisenbahn… Quero uma Devassa estupidamente gelada. Ou não.
O mundo esperando um arroubo psicográfico e eu copiando moda. Eita nóis!
A pergunta que não quer se calar: que é que tem o Ronaldo cair na esbórnia, mizimfim?…
Daqui a pouco o puritanismo conservador anglo-saxão made in uncle Sam vai baixar nestes trópicos e aí eu quero ver – fariseus de uma figa -, vamos todos arder na laje do inferno… Nem a lambida na revista de sacanagem, nem a punhetinha básica. Só depois do sim e olhe lá. Tomou papudo!
Ah! Cuá.