Vou apertar, mas não vou acender agora
Oh! Iolanda, eu te amei
Foste para mim tão cruel
Passei tantos tormentos por ti mulher
Tu foste tão infiel
Quero te ver na rua
com saco nas costas
apanhando papel
(Bezerra, inspiradíssimo!)
Que merda ensinar, seus patifes de uma figa: Milanês, de Pablo; Bezerra, o da Silva.
Aliás, abre aspas: esses tantos acadêmicos borra-botas, cheio de firulas e filosofias furadas, citando Kant, Paine, Nietzsche e o caralho, cheio de não-me-toques, voz de veludo, coisa-e-tal – metidos a Holiday-Baker -, são humilhados pelo malandro semi-analfabeto. Cartola faz escola na terra brasilis e Deus é meio irresponsável, eu diria. Fecha aspas.
De novo: Holiday, de Billie. Baker, de Chat. Não sou Porfírio, mas dou minhas cacetadas!
