Diário de Ouro Preto

Ano III – Verbos no gerúndio, hipérboles, onomatopéias, acentos circunflexos e citações estapafúrdias: o genuíno e escalafobético Português de Pindorama. Eita nóis!

Vou apertar, mas não vou acender agora

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Nem tudo está perdido e cada um tem a I(Y)olanda que merece. Como diz meu muso Macalé, “Oh nega difícil! 
 
Si alguna vez me siento derrotado,
renuncio a ver el sol cada mañana,
besando el credo que me has enseña
domiro tu cara y vivo en la ventana.
Yolanda, Yolanda, eternamente Yolanda.  
                      (Milanés, inspirado!)

 

 

 

Oh! Iolanda, eu te amei

Foste para mim tão cruel

Passei tantos tormentos por ti mulher

Tu foste tão infiel

Quero te ver na rua

com saco nas costas

apanhando papel

                   (Bezerra, inspiradíssimo!)       

 

Que merda ensinar, seus patifes de uma figa: Milanês, de Pablo; Bezerra, o da Silva.

 

Aliás, abre aspas:  esses tantos acadêmicos borra-botas, cheio de firulas e filosofias furadas, citando Kant, Paine, Nietzsche e o caralho, cheio de não-me-toques, voz de veludo, coisa-e-tal – metidos a Holiday-Baker -, são humilhados pelo malandro semi-analfabeto. Cartola faz escola na terra brasilis e Deus é meio irresponsável, eu diria. Fecha aspas.

 

De novo: Holiday, de Billie. Baker, de Chat. Não sou Porfírio, mas dou minhas cacetadas!

 

Escrito por luizao

Agosto 2, 2008 às 4:36 pm

Publicado em Caleidoscópio

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