“Imagine só: sem sair do bairro lá em [...] temos o shopping, os teatros, os cinemas, as baladas, os bares; ou seja: muita, muita, muita opção; sinto falta, é isso; aqui em Ouro Preto falta tudo isso; não dá; melhor ainda: não dá para imaginar uma cidade sem shopping, sem balada, sem vida… putamerda… por isso me adianto… no final de semana, quando posso, desapareço… é muita depressão… não suporto… eu não agüento… não imagino cidade sem shopping… isto não existe.”